Chefe da nação
Na manhã de quinta-feira (20), a presidente Dilma Rousseff participou de ato ligado a inauguração do estádio Beira-Rio — chamado de inauguração informal. Na praça esportiva que receberá a Copa do Mundo, a partir de junho, a chefe máxima da nação trocou passes com o craque argentino D’Alessandro, sendo assista, entre outros, por Ronaldo Fenômeno. Depois dessa, aposto que os colorados dirão que Dilma já está reeleita. Já os gremistas, afirmarão que a presidente corre sérios riscos de ficar fora inclusive do segundo turno. Brincadeiras à parte, sabemos que assim como ocorre no futebol, a “única certeza” da política é a incógnita.
Sobra
Antes disso, na terça-feira, em Novo Hamburgo, o Internacional venceu o Juventude por 2 a 1 e confirmou ainda mais a condição de melhor time do certame até agora – 9 jogos, 8 vitórias e um empate. Após primeiro tempo de altíssimo nível e supremacia total do time de Abel Braga, até o apagão que interrompeu a partida por 45 minutos — a segunda etapa foi mais equilibrada, inclusive com a equipe da Serra descontando o marcador com o sempre perigoso e efetivo centroavante Zulu.
Cirurgia
O volante-meia Charles Aranguíz novamente foi o destaque da partida, com direito a um golaço de falta. Por outro lado, Paulão que falhou no gol, novamente mostrou-se insuficiente para as necessidades da equipe e sua substituição por Ernando deve ser apenas uma questão de tempo. No setor ofensivo, Otávio, de boa movimentação e autor do passe para o gol de Rafael Moura se credencia a ocupar a vaga de Jorge Henrique. As mudanças estão caindo de maduro. Resta Abel Braga dar ‘a mão à palmatória’.
Homenagem
Na quarta-feira, o colorado Sub-23 participou de partida amistosa no Chile, que inaugurou o estádio Elias Figueroa, bicampeão brasileiro pelo clube e considerado o maior zagueiro da história do Inter. Com os 2 a 1 frente ao Santiago Wanderers — gols de Caio e Ebert. Pela importância histórica de Dom Elias, a direção colorada poderia ter mandado a campo a equipe titular, colocando assim, os suplentes na partida contra o Juventude, no Gauchão, na terça – já que a equipe possuía ‘gordura para queimar’. Não foi o que ocorreu. No maniqueísmo amistoso x jogo oficial, imperou o segundo. Faltou sensibilidade.
Tradição x modernidade
Por influência da fornecedora de material esportivo do clube e da seleção, o Internacional estreou a terceira camiseta, de cor amarela, contra o Ju — em homenagem a seleção brasileira, pela iminente Copa do Mundo que será disputada no país. O mesmo já ocorreu com o Corinthians, Santos, Bahia e Coritiba, também patrocinados pela Nike. Embora reconheça que a cor seja uma afronta a tradição do clube, achei uma bela sacada que certamente será muito explorada pelo marketing. Para terem ideia, a camiseta mais vendida da história do Boca Juniors, é justamente o de cor rosa, que foge do tradicional azul e amarelo.
Fotos: Correio do Povo e Internacional Oficial



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