
Virada
Com inúmeros desfalques, o Grêmio enfrentou o Juventude, em Caxias, em partida atrasada do primeiro turno. Após início de instabilidade, levando inclusiva bola na trave, o tricolor fez valer sua maior condição técnica e passou a ditar aos ações do confronto. Entretanto, após estar duas vezes à frente do placar, o time de Renato (que viaja para o Rio para disputar o campeonato mundial de Futvôlei) permitiu a virada da equipe da casa (3 x 2). O tricolor volta à campo no próximo domingo contra o Verenápolis, pelo Gauchão, às 16h. Boa sorte aos tricolores!
Castigo
O tropeço tem como principais responsáveis, o próprio treinador, que ao retirar William Magrão, acabou perdendo o meio-campo, além da infelicidade do lateral-esquerdo Gilson, que marcou um “golaço” contra de cabeça e, os dois gols claros desperdiçados por Borges (autor do primeiro) e pelo jovem Leandro. Em futebol, todo o cuidado é pouco. O Grêmio cochilou e pagou o preço. São os velhos castigos da bola!
Futuro
Técnica, velocidade e boa finalização. O camisa 21 Leandro marcou o segundo gol gremista e se credencia cada vez como alternativa ofensiva à equipe, principalmente pelas lesões de André Lima, Carlos Alberto e Escudero. Com apenas 17 anos, o garoto mostra personalidade e naturalidade ao jogar. É o que sempre digo: Jogador que tem “bola no corpo”, como se diz na gíria, não precisa de tempo para amadurecer. Basta colocá-lo em campo e pronto, com o perdão da simplificação. Longe de comparações, lembram quando surgiram Ronaldinho, Anderson, Lucas e Carlos Eduardo? Pois é, quem joga, joga, independente da idade!
Lição de casa
Em que pese a precariedade do adversário, o Internacional fez sua parte, recebeu o Jorge Wilstermann da Bolívia, mal deixou o adversário passar o meio campo e goleou por 3 a 0 – gols de Oscar, D’Alessandro e Zé Roberto. Com o resultado, o colorado encaminhou a liderança do grupo 6 da Libertadores e garantiu uma das melhores campanhas da primeira fase. No sábado, o time de Roth enfrenta o Lajeadense, às 18h30min. O time deverá ser misto, mas com os reforços de D’Alessandro, Bolíviar e Mario Bolatti, que retorna da Seleção Argentina. Boa sorte aos vermelhos!
Titularidade
É lógico que a escalação é prerrogativa do treinador, mas pela atuação, com direito a gol, chutes, assitências, movimentação e velocidade, o meia Oscar só sairá da equipe se Celso Roth quiser polemizar. É lógico que a ausência de marcação, fruto da ingenuidade do Wilstermann, contriubuiu para a bela atuação do garoto, mas ninguém está jogando tanto quando ele no Beira- Rio. Agora, basta que o treinador dê sequencia de jogos ao meia e não repita o mesmo erro que “vitimou” Giuliano no ano passado: lugar de jogador decisivo é no campo e não na casamata.
Tendência
Existe uma vaga em aberto no time colorado. O meia-atacante Zé Roberto não consegue repetir as atuações dos tempos de Botafogo e Flamengo e cada dia mais se candidata a perder a tiltularidade. Se acham que um time com D’Alessandro e Oscar (foto) perde em marcação, o treinador poderá escalar Oscar na vaga de Zé Roberto e, em breve, reconduzir Tinga –que está voltando de lesão – ao meio campo. Desta forma, Roth manteria a formatação tática de sua preferência, o chamado 4-2-3-1. Do meio para frente, o colorado teria: Bolatti, Guiñazu, Tinga, D’Alessandro, Oscar, e à frente, Damião. É a tendência!
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