Semana Acadêmica abordou o assunto e reuniu grande público
Na noite de terça-feira, 23, alunos, professores e demais autoridades acadêmicas integraram a noite inaugural da 1ª. Semana Acadêmica de Ciências Sociais Aplicadas. O evento foi realizado no prédio 14 da Universidade Luterana do Brasile foi marcado por debates sobre a violência e a sociedade. Nas demais noites, o meio ambiente e as tecnologias foram os temas abordados.
Conforme o diretor da área de Ciências Sociais Aplicadas da Ulbra, Sérgio Lima, a semana de atividades visa servir de embasamento aos alunos que farão o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes - Enade: "É fundamental a integração das áreas de ciências sociais, na medida que são atividades complementares. Assim como um advogado necessita da comunicação para desenvolver a sua função, um jornalista precisa dominar conceitos básicos de outras áreas”, destacou.
Por sua vez, o Pró-reitor da Ulbra, Ricardo Willy Rieth, externou a satisfação de ver o auditório completamente lotado, o que segundo ele, ilustra a importância dos temas para a realidade atual: “Quando eu estudei Ciências Socias, em meados dos anos 80, a violência, o meio ambiente e as tecnologias já eram discutidos, mas sob outra ótica. Hoje, eles permanecem em pauta e cada vez mais influem em nosso dia a dia, inclusive dentro da Universidade”, afirmou.
Após as considerações iniciais dos três debatedores da noite, houve espaço para os questionamentos. Cerca de 500 perguntas foram formuladas pelos estudantes e endereçadas ao mediador Jocimar Farina, repórter da Rádio Gaúcha. Além disso, houve questionamentos feitos através de microfones em meio ao público.
O Sociólogo Alceu Escobar foi o primeiro debatedor a se manifestar. Segundo ele, a violência é um tema muito amplo, podendo ser categorizada como verbal, física, sexual, racial, de gênero, entre outras: “Devido a complexidade do assunto, sugiro debatermos sobre a criminalidade, que é tudo que agride o código penal. O crime faz parte da realidade humana desde sempre e precisamos debater sobre suas causas e implicações”, sugeriu.
Conforme o diretor da área de Ciências Sociais Aplicadas da Ulbra, Sérgio Lima, a semana de atividades visa servir de embasamento aos alunos que farão o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes - Enade: "É fundamental a integração das áreas de ciências sociais, na medida que são atividades complementares. Assim como um advogado necessita da comunicação para desenvolver a sua função, um jornalista precisa dominar conceitos básicos de outras áreas”, destacou.
Por sua vez, o Pró-reitor da Ulbra, Ricardo Willy Rieth, externou a satisfação de ver o auditório completamente lotado, o que segundo ele, ilustra a importância dos temas para a realidade atual: “Quando eu estudei Ciências Socias, em meados dos anos 80, a violência, o meio ambiente e as tecnologias já eram discutidos, mas sob outra ótica. Hoje, eles permanecem em pauta e cada vez mais influem em nosso dia a dia, inclusive dentro da Universidade”, afirmou.
Após as considerações iniciais dos três debatedores da noite, houve espaço para os questionamentos. Cerca de 500 perguntas foram formuladas pelos estudantes e endereçadas ao mediador Jocimar Farina, repórter da Rádio Gaúcha. Além disso, houve questionamentos feitos através de microfones em meio ao público.
O Sociólogo Alceu Escobar foi o primeiro debatedor a se manifestar. Segundo ele, a violência é um tema muito amplo, podendo ser categorizada como verbal, física, sexual, racial, de gênero, entre outras: “Devido a complexidade do assunto, sugiro debatermos sobre a criminalidade, que é tudo que agride o código penal. O crime faz parte da realidade humana desde sempre e precisamos debater sobre suas causas e implicações”, sugeriu.
Na sequência, foi a vez do delegado da polícia civil e professor da Ulbra, Andrei Vivian fazer uso da palavra. Ele pontuou a preocupação da Universidade em trazer à tona o assunto, afirmando que o pensamento simplista não é a melhor alternativa para superarmos a violência: “Sabemos que muitas pessoas acreditam que a violência só é combatida com repressão. Temos ciência que o caminho legal é outro, mas a sociedade é profícua em relegar isso”, lamentou. Conforme ele, a polícia representa o Estado e precisa manter a ordem e o bem-estar social, através da observância das leis e não instaurar um clima marcado por agressões e hostilidades.
Por fim, a discussão foi enriquecida pela manifestação do secretário adjunto de Segurança Pública em Canoas, Eduardo Pazinatto. Na oportunidade, ele apresentou possíveis ações que possam reduzir os índices de criminalidade, salientando a necessidade de se formularem políticas públicas de promoção a segurança: “É somente através da atuação conjugada entre o Estado, o município, a União e a sociedade que poderemos reduzir a sensação de insegurança que nos rodeia”, disse, afirmando que aos poucos o problema vem sendo reduzido em Canoas.
Por fim, a discussão foi enriquecida pela manifestação do secretário adjunto de Segurança Pública em Canoas, Eduardo Pazinatto. Na oportunidade, ele apresentou possíveis ações que possam reduzir os índices de criminalidade, salientando a necessidade de se formularem políticas públicas de promoção a segurança: “É somente através da atuação conjugada entre o Estado, o município, a União e a sociedade que poderemos reduzir a sensação de insegurança que nos rodeia”, disse, afirmando que aos poucos o problema vem sendo reduzido em Canoas.
Saiba mais:
O encontro reuniu as 22 graduações das áreas de Ciências Sociais Aplicadas da Ulbra com os debatedores Alceu Escobar (Sociólogo da FEBEM/FASE), Andrei Vivian (delegado e professor da Polícia Civil/RS) e Eduardo Pazinatto (secretário adjunto de Segurança Pública em Canoas). As atividades foram abertas a todos os interessados e serviu como atividades complementares aos alunos participantes.
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